Em seu artigo “Lógica do abortismo”, Olavo de Carvalho argumenta sobre a decisão de legalizar ou não o aborto no Brasil.
Carvalho explana de forma clara e direta que optar por uma ou outra é decidir entre um ato que, segundo ele “cinquenta por cento de ser uma inocente operação cirúrgica como outra qualquer ou de ser, em vez disso, um homicídio premeditado, não praticar o ato é a opção mais moralmente justificável”.
Dentro do contexto de liberdade de expressão, de escolha em que vive o Brasil atualmente, falar em legalizar ou proibir um at que envolve vidas tanto inocentes como conscientes, gera muita polêmica em todas as esferas sociais.
Alguns defendem que a mães tem todo direito sobre seu corpo. Segundo Olavo “para o abortista, a condição de “ser humano” não é uma qualidade inata, definidora dos membros da espécie, mas uma convenção que os já nascidos podem, a seu talante, aplicar ou deixar de aplicar aos que ainda não nasceram”.
Ele também defende que a pessoa que é capaz de praticar um ato abortista é capaz também de cometer qualquer outra atrocidade.
E, governantes em sua ganância de poder mentem sobre estatísticas referentes ao aborto de forma legalizda, com o intuito de fazer uma lavagem cerebral naqueles que ainda possuem um pouco de discernimento e pensamento crítico. Mascaram a verdade pra não mostrar sua verdadeira face: a de sociopatas ignorantes.